Alta simultânea de VSR e influenza B reforça importância do diagnóstico molecular para monitoramento de surtos respiratórios

Relatório do Instituto Todos pela Saúde aponta intensificação da circulação de diferentes vírus respiratórios no país

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Alta simultânea de VSR e influenza B reforça importância do diagnóstico molecular para monitoramento de
Divulgação Seegene

O cenário epidemiológico dos vírus respiratórios no Brasil segue em alerta. De acordo com o mais recente relatório de monitoramento do Instituto Todos pela Saúde (ITpS), a circulação de patógenos respiratórios apresentou crescimento nas últimas semanas, impulsionada principalmente pelo aumento dos casos de Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e influenza B. 

 

Na Semana Epidemiológica 19, encerrada em 16 de maio, a positividade para VSR subiu de 11% para 16%, enquanto a do influenza B aumentou de 6% para 9%, alcançando o maior percentual registrado para o vírus neste ano. Em contrapartida, o influenza A, embora continue entre os vírus mais circulantes, apresentou queda de 18% para 14% nas últimas semanas analisadas. Já o SARS-CoV-2 permanece em baixa circulação, com positividade inferior a 2%. Dados do ITpS mostram ainda que 9% de todos os exames realizados apresentaram resultado positivo para algum patógeno respiratório, o maior índice observado em 2026 até o momento. 

 

O levantamento também evidencia a circulação simultânea de diferentes agentes infecciosos, tornando o cenário mais complexo para profissionais de saúde e gestores. Entre os exames de painéis respiratórios ampliados, o rinovírus continua sendo o patógeno mais frequente, responsável por 38% das detecções, seguido por vírus parainfluenza, adenovírus e metapneumovírus. Entre crianças de até quatro anos, o VSR permanece como um dos principais agentes associados às infecções respiratórias. 

 

A coexistência de múltiplos vírus respiratórios com sintomas clínicos semelhantes reforça a necessidade de ferramentas diagnósticas capazes de identificar rapidamente o agente causador da infecção. Quanto mais ágil identificamos o patógeno, mais eficiente se torna a tomada de decisão clínica e epidemiológica”, afirma Pedro Aguiar, biólogo e gerente técnico e científico da Seegene Brasil. 

 

Para atender essa necessidade, a Seegene disponibiliza painéis moleculares multiplex capazes de detectar simultaneamente diversos agentes respiratórios em uma única amostra. Algumas soluções identificam 19 vírus respiratórios relevantes associados aos quadros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), incluindo SARS-CoV-2, influenza A e B, VSR A e B, adenovírus, rinovírus, vírus parainfluenza e metapneumovírus. 

 

A companhia também oferece painéis mais abrangentes, capazes de detectar até 26 patógenos respiratórios, incluindo vírus, subtipos de influenza A e bactérias respiratórias. A abordagem permite uma investigação diagnóstica mais completa, reduzindo a necessidade de múltiplos exames e acelerando a obtenção de resultados. 


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